Sem o nome do aluno
A IA recebe só o recorte da resposta discursiva. O professor também revisa a sugestão sem ver de quem é a prova.
A inteligência artificial lê a resposta manuscrita na foto da prova, aplica a rubrica que você escreveu e sugere a nota de cada critério, com uma justificativa. Você revisa, ajusta se quiser e confirma.
A discursiva é a parte mais demorada da correção. A IA assume a leitura e a primeira pontuação; o julgamento continua com você.
Ao montar a prova, defina os critérios da questão e quanto vale cada um. É a mesma rubrica que você usaria para corrigir à mão.
Com o celular pareado, fotografe as folhas de resposta. O Gabaritô recorta a área de cada discursiva, separada do nome do aluno.
A IA lê a resposta manuscrita, confere cada critério da rubrica e sugere a pontuação de cada um, explicando o porquê.
Revise a sugestão, ajuste o que discordar e confirme. Só então a nota é registrada e entra nos indicadores da turma.
Uma questão de Cálculo I, com rubrica de três critérios. O aluno acertou o método, mas errou a derivada do seno.
Calcule a derivada de f(x) = sen(3x²), mostrando cada passo.
Recorte sem nome nem matrícula
Define u = 3x² e multiplica a derivada externa pela interna.
Escreve u' = 6x corretamente.
Usa sen(3x²) onde deveria ser cos(3x²): a derivada de sen u é cos u.
Ler dezenas de respostas parecidas e pontuar critério por critério toma horas. Com a IA fazendo a primeira leitura, o tempo do professor vai para o que exige julgamento: os casos de fronteira e o retorno à turma.
Como escrever uma rubrica que funcionaA instituição continua como controladora dos dados, também na correção com IA.
A IA recebe só o recorte da resposta discursiva. O professor também revisa a sugestão sem ver de quem é a prova.
O provedor de inteligência artificial trata os recortes só para a correção, conforme as instruções da instituição. Os dados não são vendidos nem cedidos.
A sugestão da IA não vira nota sozinha. Nenhuma nota de discursiva é registrada sem a confirmação do professor.
As ações na plataforma ficam no registro de atividades por 365 dias, para auditoria da instituição.
A IA pode errar: letra muito difícil, foto tremida ou uma resposta fora do padrão podem levar a uma sugestão equivocada. Por isso o Gabaritô foi desenhado para que a IA sugira e o professor decida, e nunca o contrário.
O professor escreve a rubrica ao montar a prova, com os critérios e o valor de cada um. Depois que as folhas são fotografadas, o Gabaritô recorta a área de cada resposta, sem o nome do aluno. A IA lê a resposta manuscrita, compara com cada critério e sugere quanto vale cada um, com uma justificativa curta. O professor revisa, ajusta se quiser e confirma.
Não. A IA sugere; quem decide é o professor. Nenhuma nota de questão discursiva é registrada sem a confirmação dele.
Sim: a IA lê a resposta manuscrita direto da foto da folha, sem que ninguém precise digitar. Letra muito difícil, foto tremida ou resposta fora da área prevista podem levar a uma sugestão errada, e é por isso que o professor revisa cada nota antes de confirmar.
Não. A prova continua em papel, na sala de aula, com as folhas de resposta geradas pelo Gabaritô. A correção é feita com a câmera do celular do professor, pareado à conta dele.
Só o recorte de cada resposta discursiva, sem o nome do aluno, é enviado ao provedor de inteligência artificial, que atua como operador dos dados, conforme as instruções da instituição. Os dados não são vendidos nem cedidos, e as ações ficam registradas para auditoria.
Com critérios observáveis na própria resposta, um valor para cada critério e a resposta esperada descrita. Rubrica clara é boa para qualquer corretor, humano ou IA. O guia de rubricas traz o passo a passo e exemplos.
Em 30 minutos, montamos uma prova, corrigimos pelo celular e mostramos a IA aplicando uma rubrica de verdade.